sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Lançado!

Não foi em 2015, mas o prometido projeto literário está, finalmente, pronto. A coletânea "Articulando em Segurança: Contrapontos ao Desarmamento Civil" foi lançada no último dia 21.02 e já pode ser adquirida na loja da Amazon, em versão eletrônica - e-book. A versão impressa deverá estar disponível em breve também já está disponível nas lojas dos EUA e Europa, com remessa para o Brasil (clique aqui para ver).

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Qual a profundidade do poço em que estamos?

As frases apocalípticas nunca estiveram tão presentes no cotidiano do brasileiro. Nas conversas mais informais não tarda a aparecerem expressões como "a coisa está feia", "o país quebrou" ou "ainda vai piorar". Não é para menos, pois as recentes notícias não são nada animadoras. Ao contrário, a cada dia são novas informações sobre falências, desativações, reduções de salário, lay-offs, inflação em dois dígitos e etc., compondo um cenário novo para um povo que vinha cegamente acreditando viver no país de um futuro que nunca chegava.

domingo, 7 de fevereiro de 2016

"Você é amigo dos Bolsonaro"!

A patrulha tucano-petralha não para de se superar. Em uma conversa num ambiente bem heterogêneo, defendia algumas posturas pessoais em tom de amenidade (o informalismo era mesmo a tônica), quando, ao avaliar positivamente a possível implicação de Aécio Neves em escândalos recentes, fui surpreendido por uma confrontação verdadeiramente acusatória: "você só diz isso porque é amigo dos Bolsonaro"! Estranhando a afirmação, ainda tentei entender a que ela se referia, sendo novamente alvo da exasperação: "não adianta negar, eu vi suas fotos com o filho dele (Jair) no Facebook". Só então compreendi.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Enviesada tática de terra arrasada

Em recente análise política, Rodrigo Constantino abordou a estratégia tucana em evitar ações radicais no atual momento político, preferindo deixar as coisas irem piorando gradativamente para, em 2018, não  haver qualquer chance de o PT se manter no governo. No texto, o analista, com habitual precisão, alerta para o risco da estratégia, pois, com ela, é possível que em 2018 só restem as ruínas do que já foi um país.

A questão, todavia, parece ir além das meras estratégias eleitorais. Ela passa por uma latente covardia administrativa dos tucanos, que, muito pouco propositivos em sua agenda social-democrata (algo que agora chamam de "esquerda democrática"), esperam a instauração do caos para, assumindo o país sob sua vigência, ficarem isentos de qualquer cobrança por não conseguirem sair dele. Algo no melhor e mais autêntico estilo Tiririca, com o seu "pior não fica", ou uma espécie de tática de terra arrasada às avessas, em que é a própria vítima que espera a destruição do que lhe será legado.