domingo, 31 de janeiro de 2016

Reflexões dominicais

Domingo, já é carnaval por estas bandas e sigo num forçado repouso, tentando me recuperar de mais uma forte virose. Cenário perfeito para, entre variações febris, divagações cotidianas. Vejamos.

Se tem uma coisa positiva na recente briga entre as supostas "direitas" nacionais, ela é a derrubada de muitas máscaras. O fenômeno Bolsonaro deixou patente que ser contra o PT não tem nada a ver com ser de direita, principalmente porque a postura de seu maior opositor ficou clara: o PSDB é de esquerda, sim. Sempre foi, pois é isso que significa, aqui, a tal "social democracia".

Essa briga, aliás, teve como pivô um dos mais badalados jornalistas nacionais, que passou a ter como meta desconstituir o Bolsonaro (legitimamente de direita) e, como consectário, a bater em quem o apóia, a começar pelo Prof. Olavo de Carvalho. Por que ele fez isso? Vou deixar a resposta em uma imagem disponibilizada no blog do senador Álvaro Dias


Entenderam? Pois é, há jornalistas que estão a serviço de partidos. Uns disfarçam, outros não. E isso tanto entre petralhas como tucanalhas. Na foto, para ficar completo o circo, só falta a câmera ter sido nipônica. Aposto que foi...

Coisas assim são uma das razões de não me verem em manifestações contra o governo, aquelas que logo são assumidas por lideranças embrionárias de cabelo comprido - cada década com sua identidade, cara pintada já era, mesmo. 

Quando fizerem uma manifestação em que o slogan seja "FORA, ESQUERDA", me chamem. Até lá, sigo me recusando a participar do sistema e na busca pelo Vale de Galt - ô lugar difícil de achar!

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